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10 Dicas Sobre Usabilidade

Não é fácil ser-se simples e quando se trata de projetos online, a simplicidade pode ser a chave para o sucesso. O objetivo é não obrigar os utilizadores a pensar, tornar tudo acessível, simples e eficaz.

O design mais bonito nem sempre é o mais eficaz, um webdesigner pode não ser o maior mestre em usabilidade. Para retirarem conclusões devem reavaliar projetos, questionar os utilizadores/leitores e possuir uma capacidade para se colocaram no lugar deles. Pensar de forma simples, este é o segredo…

Aqui fica uma lista de 10 dicas de usabilidade que por vezes muitos webmasters ignoram:

1º- Um Design De Qualidade Torna o Projeto mais credível

Consciente ou inconscientemente, um leitor/utilizador julga um website pela sua imagem. O design, as cores, o tipo de letra são elementos muito importantes. Caso ele se depare com o website desagradável, o mais provável é que nunca mais volte e fique com uma má imagem do projeto.

Outros fatores que também tornam o projeto mais credível são: a qualidade do conteúdo, os erros de ortografia e a organização dos elementos.

2º- Azul é a Melhor Cor Para Os Links

Deixem-se de invenções, não há melhor cor que o azul para links. Isto acontece porque durante anos esta cor sempre foi a mais utilizada e os utilizadores (mesmo os inexperientes) fazem imediatamente a associação.Para além disso até os browsers utilizam a cor azul para os links por definição e como tal as pessoas esperam encontrá-la. De acordo com vários testes realizados, um utilizador deteta muito mais rapidamente uma hiperligação azul do que qualquer outra.

3º- Espaços Brancos Beneficiam A Compreensão

A cor branca é a ideal para fundos e especialmente para websites que vivem do seu conteúdo. Por exemplo os leitores lêem com mais facilidade um texto convencional com letras pretas num fundo branco.

Este principio também defende bons espaços entre os parágrafos (o normal deve chegar, não vamos entrar em loucuras) e entre as margens. Como devem saber o texto que não esteja justificado também se lê com mais facilidade, mas neste aspecto eu vou um pouco contra os princípios da usabilidade e apesar de não ter o texto justificado no meu blogue pessoal, gosto muito mais de o utilizar. Na minha opinião transmite uma ideia de organização que a mim pessoalmente me agrada.

4º- Zonas Clicáveis Não Podem Ser Minúsculas

São zonas que por definição existem para os utilizadores clicarem nelas, quando são pequenas ao ponto de dificultar o clique é óbvio que estamos a prejudicar a experiência ao utilizador. Acho que esta é óbvia!

5º- Nunca Usar Paginação No Conteúdo

Se o conteúdo é grande demais tentem reduzir, caso não o consigam, dividam-no em partes, mas no sentido em que cada parte é um artigo separado. Nunca separem o mesmo artigo em diferentes páginas

6º- Tornem o search acessível

Como já repararam o meu blogue pessoal não tem sequer a pesquisa. É um erro (que brevemente irei resolver) porque alguns utilizadores vão querer pesquisar e esta é uma funcionalidade obrigatória praticamente em todos os websites.

Outro problema é quando o search existe, mas é difícil de encontrar. Ou seja temos que pesquisar para encontrar o search, algo que não faz muito sentido.

7º- Demasiadas Aplicações que Necessitam de Registo

Obrigar o leitor a registar-se apenas para colocar um comentário ou realizar uma votação é uma má prática. Tudo deve ser simples e acessível e ninguém gosta de se registar para ter que fazer coisas que duram poucos segundos.

Existem grandes websites que fazem isso, mas como é óbvio eu não me estou a referir a projetos com grandes grupos de investimento por trás.

8º- Formulários Devem Ser Simples

Já é uma chatice suficiente um tipo ter que se registar, ele não necessita de “levar” com um formulário enorme onde é obrigado a colocar toda a sua informação e mais alguma. Mais uma vez, quanto mais simples melhor, quanto menos dados pedirem maior são as probabilidades para que os se leitores se registem. Tem tudo a ver com simplicidade.

9º- Links De Registo No Canto Superior Direito

É de acordo com os estudos o melhor local para colocarem o link para o registo ou o campo de registo. Qualquer utilizador que esteja interessado em registar-se, vai olhar para lá primeiro.

10º- Utilizem Poucas Cores

Esta dica é tão óbvia que todos a devem conhecer. Nada de festivais de cores nos projetos, o importante do ponto de vista da usabilidade é que seja simples, agradável e fácil de utilizar. Eliminem o “ruído” desnecessário pois só faz o leitor ficar atento a locais em que à partida não devia ficar.

Finalmente não se esqueçam que este é um processo contínuo, ou seja, vocês precisam de estar constantemente a analisar os vossos projetos, têm que se colocar na pele dos leitores e se possível pedir a sua opinião. Eu pessoalmente nunca estou muito satisfeito, acho que há sempre algo que se pode fazer melhor, que se pode tornar mais simples e agradável.

Usabilidade é no fundo um equilíbrio entre um bom design, uma boa disposição da informação e facilidade em aceder e utilizar essa mesma informação. É satisfazer a necessidade dos leitores/utilizadores e tentar tornar tudo muito mais instintivo.

Cuidado Com Os Cursos De Web Marketing!

Tem sido uma das maiores farsas na Internet, indivíduos que oferecem “cursos”, sem sequer terem formação na área. O seu objetivo é apenas arranjar pessoas que paguem por esse “curso” e façam o mesmo a outras pessoas.

O web marketing está na moda e isso acontece por muitas razões, primeiro porque é uma área em que é relativamente fácil adquirir conhecimentos base e segundo porque eles podem ser vendidos a todos aqueles que desconhecem que eles são disponibilizados gratuitamente e que têm uma vontade feroz de ganhar dinheiro rápido…

Na maior parte das vezes estes senhores prometem dinheiro, afirmam que o seu curso irá permitir a quem os comprar, ganhar muito dinheiro. A grande verdade é que, tal como na vida real, os vigaristas ou os “chicos-espertos” andam por todo o lado, prometem sempre muito, vendem sempre produtos ou serviços de qualidade duvidosa e como não poderia deixar, enganam os inocentes que caem no truque.

Primeiro é importante compreender que a maior parte destas pessoas nem sequer tem uma formação académica, nem sequer sabe o que significa marketing, ou qual a melhor maneira de gerir uma marca ou acrescentar valor a essa marca. O mais provável é que tenham aderido a um pseudo-curso destes no estrangeiro e tenham aprendido a seguinte máxima: “Queres ganhar dinheiro? Faz como eu, vigariza!

E acreditem que uma grande percentagem tirou um curso online e agora andam a também eles a vender cursos online como se fossem gurus de alguma coisa. Chega a ser ridículo!

Eles vendem “cursos“, que supostamente são sempre baseados na sua “grande” experiência online. Os conhecimentos que partilham das duas uma, ou já estão disponíveis na Internet nos diversos fóruns e blogues que se dedicam a estas temáticas, ou não são mais do que más práticas de gestão de projetos.

Eles tentam ensinar os compradores as melhores formas de tentar enganar os seus leitores, táticas que colocam a rentabilização como principal objetivo mas que não só não rendem nem metade do que estes senhores afirmam, como estimulam a criação de projetos sem qualidade chamados de “lixo virtual“!

Recentemente fui alertado para várias situações destas, como é óbvio nem perco o meu tempo a referir os nomes dos indivíduos que realizam estes negócios. Mas acho que é importante alertar qualquer pessoa que deseje entrar neste mundo online, para ter cuidado com estes cursos de webmarketing e que mais uma vez não se deixe levar pelos pseudo-profissionais.

Aqui fica uma dica, em vez de gastar dinheiro com estes “cursos” e depois criar projetos vergonhosos, porque não aprender gratuitamente com pessoas que não só sabem o que fazem, como também não vão enganar ninguém? Visita por exemplo o Mais Tráfego, que é uma autêntica escola de Webmasters, onde podes aprender técnicas, pedir opiniões e tudo isto sem gastar um tostão!

Não aceitem conselhos sobre gestão de marcas, criação de projetos, técnicas de SEO (Search Engine Optimization) ou SEM (Search Engine Marketing) de pessoas que não sabem nada sobre o assunto. E não se esqueçam que um projeto tem várias componentes e que criar uma marca; ter capacidade para a gerir; para lhe dar visibilidade ou conseguir transmitir com eficácia a mensagem para o público alvo não é uma tarefa fácil e que qualquer um pode fazer. É necessária formação, é necessária experiência e provas dadas dessa mesma experiência!

Não se esqueçam também que muitas práticas ensinadas nesses “pseudo-cursos” são condenadas pela Google e vocês serão prejudicados mais cedo ou mais tarde se recorrerem a elas. É verdade que existem bons profissionais na área, mas procurem encontrá-los em comunidades de confiança como o Mais Tráfego ou requisitem os serviços de empresas de renome nas quais podem confiar.

Se desejam aprender alguma coisa, se estão dispostos a trabalhar com calma e ir melhorando aos poucos, então eu recomendo mesmo que passem pelo Mais Tráfego que com toda a certeza vos pode ajudar muito se vocês estiverem dispostos a trabalhar para isso. Por lá a única coisa que vos pedem em troca é vontade de contribuir para uma web melhor.

Os 6 Melhores Agregadores De Notícias

Como já devem saber, os agregadores de notícias são locais onde podemos submeter artigos para votação. Muitas vezes utilizados como plataformas de divulgação de blogues, estes agregadores são fundamentais não só para submetermos os artigos de nossa autoria, como também para contribuirmos ativamente na divulgação de outros projectos interessantes…

1º Lugar – Diga Cultura

Diga Cultura

Sem dúvida alguma que o Diga Cultura é atualmente o mais bem concebido e organizado agregador de notícias em língua portuguesa no mercado. O projecto parece respirar qualidade, os artigos destacados são sempre muito bons e é mais do que certo que numa visita vamos encontrar muita informação útil.

É o perfeito agregador “Digg-like“, é simples e funcional, tem um dos perfis mais dinâmicos que eu pessoalmente já vi onde podemos inserir desde as informações básicas do perfil, passando pela possibilidades de podermos colocar links de websites, redes sociais e até os nossos contactos de instant messaging.

Podemos também alterar e personalizar a visualização do portal, adicionar o nosso twitter ao perfil e por aí fora. São todas estas opções, o design, a facilidade na submissão de artigos, a publicidade bem localizada e nada invasiva e principalmente o facto de todo o projecto ser de uma qualidade elevada, que o colocam no topo da minha lista dos melhores agregadores.

O Diga Cultura é mais do que um agregador, é uma comunidade que tenta estimular a premiar a qualidade. Escusado será dizer que projectos de puro spam, ou MFA (Made For Adsense) nem sequer têm hipótese pois o sistema conta também com um mecanismo de protecção anti-spam evoluído.

Relativamente a visitas o retorno é igualmente interessante, talvez não seja tanto como outros agregadores mais antigos, mas é garantido que o tráfego é de qualidade. O DC permite também a colocação do botão de votação em blogues ou websites para facilitar ainda mais a submissão de artigos. Recentemente foi apresentada ao público uma nova versão ainda mais potente e de acordo com as informações que tenho recebido existem mais novidades a caminho.

Tenham também em conta que pela qualidade que tem, o Diga Cultura está igualmente no primeiro lugar dos agregadores mais prometedores e possui uma enorme margem de progressão.

2º Lugar – Linkk

Linkk

O Linkk é um projeto brasileiro, já com alguma fama entre os agregadores de notícias. Ganha o segundo lugar também devido à simplicidade e facilidade na submissão de artigos. Mais uma vez, não é um projeto onde seja fácil ter um artigo destacado na primeira página, mas quando conseguimos, ele gera tráfego e garante algumas visitas.

Infelizmente na minha opinião tem alguns pontos fracos, o design e organização não são os melhores, a gestão e opções de perfil não são brilhantes e por vezes os artigos destacados não têm muita qualidade. Apesar destas falhas, a verdade é que não deixa de ser um agregador muito interessante e que vale a pena ser utilizado.

3º Lugar – Link Ninja

Link Ninja

Mais um projeto brasileiro e este provavelmente desconhecido para muitas pessoas. O Link Ninja é talvez aquele que se distancia mais do design e estilo de organização dos agregadores convencionais, apesar das funcionalidades serem praticamente as mesmas.

No que diz respeito à submissão de notícias está longe da simplicidade de um Diga Cultura e apesar de possuir um editor de texto “super-completo“, na minha opinião poderia ser muito mais simples.

Possuir um artigo destacado na primeira página também não é muito fácil, é necessário participar muito e ajuda ter alguns amigos que gostem do conteúdo que submetemos. Mas o retorno acaba por ser interessante e geralmente um artigo na primeira página é capaz de gerar algum tráfego.

Eu gosto deste agregador, apesar das desvantagens ele merece sem dúvida ser adicionado aos favoritos.

4º Lugar – Blog Blogs

Blog Blogs

O Blog Blogs é na realidade um agregador de blogues e é o maior site de busca, ranking e indexação de blogs do Brasil. A razão pela qual o destaco aqui é porque possui um sistema de submissão de Bookmarks que na realidade acaba por ser um local onde podemos submeter artigos.

Como não é um agregador de notícias, o sistema não funciona com uma votação normal, mas sim com um ranking dos blogues que são mais linkados, ou os mais populares. Para além disso possui também oBookmark Do Dia” onde é destacado o melhor artigo submetido. De acordo com a minha experiência pessoal e o testemunho de amigos é também um projeto que gera algum tráfego, no entanto depende muito da participação activa dos seus utilizadores, ou seja, visitar apenas para submeter artigos do nosso blogue e fazer pouco mais, não resulta.

De resto é um projecto que se destaca também pela qualidade do conteúdo, onde é possível encontrar informação interessante. Merece ser visitado.

5º Lugar – Do Melhor

Do Melhor

O Do Melhor é um projeto português, um agregador de notícias convencional que conta com o apoio de uma das figuras mais reconhecidas na web nacional, o Paulo Querido.

No que diz respeito a design e organização e até funcionalidades, o projecto está longe de ser perfeito, pelo contrário este é talvez dos projetos que mencionei aquele que é menos apelativo ao olhar.

A verdade é que o Do Melhor, com todas as suas falhas óbvias na organização, design e funcionalidades, tem funcionado relativamente bem. A submissão de artigos (apesar de não ser tão simples e directa como a do Diga Cultura) é relativamente simples. O projeto conta também com apoios fortes como o IOL, o Público ou a RTP, algo que me deixa um pouco perplexo pois faria muito mais sentido que entidades destas se ligassem ao Diga Cultura que é um projecto muito mais bem organizado e conseguido.

No que diz respeito a tráfego o Do Melhor também gera algum, não é nada de extraordinário é verdade, mas é de qualidade. Este agregador tal como os anteriores também exige que os seus utilizadores participem e sejam activos, de forma a aumentarem o seu “karma” no seio da comunidade.

Resumindo o Do Melhor não é literalmente “o melhor“, longe disso tem muito trabalho pela frente e nenhuma das suas vantagens é forte o suficiente para ofuscar um design demasiado rudimentar. Mas vale pela comunidade, vale por ir agregando algum conteúdo de qualidade e também merece uma visita.

6º Lugar – Dihitt

Dihitt

O Dihitt é outro agregador brasileiro e talvez seja o mais conhecido de todos aqui mencionados. Se esta fosse uma “corrida pela fama” ele ganhava o primeiro lugar, mas infelizmente não é esse o caso.

O Dihitt conta com um número de utilizadores brutal, é um agregador que já existe há algum tempo e é muito conhecido por bloggers. Tal como os outros agregadores, neste também podemos submeter os nossos artigos para votação, editar detalhadamente um perfil, mas possui outras opções interessantes, como o facto de podermos associar a nossa própria conta de adsense para ganhar dinheiro com anúncios e até criar o nosso próprio blogue.

À partida parece ser o agregador ideal, mas as aparências iludem. O Dihitt quando comparado com todos os outros anteriormente mencionados, é muito mais confuso, às vezes demasiado confuso. O design não é o melhor, a organização está longe de ser perfeita e os bugs e problemas com o website são uma realidade. Por vezes não consigo aceder ao website, outras edito uma informação e recebo um erro, tento apagar recados e não consigo e estas situações repetem-se.

O sistema de submissão não é muito prático e tudo é inserido manualmente. Mas o pior é mesmo o spam que recebemos através de recados ou mensagens pessoais, é um verdadeiro abuso. Os recados no Dihitt servem para chamar a atenção dos amigos para um artigo especial, mas o problema é que as pessoas estão constantemente a enviar recados! No meu caso pessoal quando fico alguns dias sem visitar o Dihitt tenho centenas de recados e mensagens pessoais a pedir votos ou parcerias etc…

Até o posicionamento da publicidade é péssimo, quando entramos no interior de um artigo submetido (isto ainda no website do Dihitt) “levamos” com três blocos de adsense perto uns dos outros a rodear a zona onde está o título do artigo e descrição, é uma verdadeira aberração.

Apesar de tudo, este agregador também tenta combater o spam e valoriza a participação do utilizador. Conseguir um artigo na primeira página é difícil, mas quando acontece gera muito tráfego.

O Dihitt ganha o sexto lugar na minha lista pela dimensão que tem e o número de utilizadores, mas é de longe o agregador que mais me desagrada. Talvez lhe falte simplicidade e menos confusão, pois eu acho que existem coisas a mais por lá.

Direitos De Autor Sobre Textos

A razão pela qual escrevo este artigo prende-se com o facto de atualmente assistir ao nascimento de projectos geridos por pessoas que colocam completamente de parte os direitos de autor. É a velha história do plágio, a velha história do conteúdo duplicado. A mim parece-me que ou ninguém tem noção do que faz, ou então anda-se a ignorar deliberadamente as regras…

Neste artigo vou-me referir apenas aos direitos sobre textos originais, que no fundo acabam por ser os mais importantes. Tenham também em consideração que o artigo é direccionado especificamente para o universo dos blogues, onde os textos são como é óbvio fundamentais. O que se passa é muito simples, eu tenho assistido a projetos que recorrem frequentemente ao copy/paste de artigos, alguns com a colocação de fonte e outros nem isso.

Nem vale a pena referir que quem faz copy/paste de um artigo e não coloca a fonte, é um plagiador da pior espécie, acho que isso é ponto assente! Agora a questão mais pertinente é: E quem faz o copy paste e coloca a fonte? Está a seguir as regras? Bom, a realidade é que nem sempre podemos estar a seguir as regras, pelo contrário podemos estar a violar as regras!

É difícil de acreditar, mas eu julgo que algumas pessoas que criam blogues ou que escrevem em blogues, se esquecem que o copy/paste de um artigo de outro website mesmo colocando a fonte, para além de ser algo fácil e muito pouco digno, na maior parte das vezes não é autorizado pelo website que foi copiado. O simples ato de colocar a fonte não nos iliba de responsabilidades, até porque muitos websites são bem explícitos e só permitem isso caso exista uma autorização prévia e escrita pelos seus responsáveis. Só assim é que podemos de facto fazer um copy/paste de um texto que não seja nosso e colocar a fonte. Quando não temos essa autorização, estamos a violar os direitos de autor. Não há meios termos, esta é a realidade!

Existem sempre regras, por exemplo os grandes websites de informação de Portugal, são muitas vezes alvo de copy/paste com colocação da fonte sem que eles tenham dado autorização para isso, e depois quando os responsáveis pela atitude sofrem as consequências eles dizem: “Haaaa mas nós sempre colocámos as fontes!” só que isso pode não chegar. É sempre importante não colocar de parte as regras de um website. Eu sei que se falarmos de imagens hoje em dia é complicado controlar as cópias, porque às vezes já ninguém sabe muito bem a quem pertence uma determinada imagem, mas nos textos não existem grandes dúvidas! Há websites que permitem a cópia mediante o cumprimento de determinadas regras e quem a faz até pode colocar a fonte, mas se não possuir autorização para o fazer, então a fonte não serve para nada.

Eu tenho visto muitos projetos que recorrem ao copy/paste, mesmo sem terem qualquer tipo de autorização. Aliás nos últimos meses fui alertado para diversas situações de websites conhecidos, muitos dos quais já começam a encarar este tipo de cópia com “cara de poucos amigos” e estão a tomar medidas. É por isso que eu aproveito este artigo para mais uma vez chamar a atenção a este tema.

O conteúdo original é a melhor alternativa, é para os motores de busca e é porque valoriza um projecto! A web perde um pouco da sua qualidade sempre que se copia ou até se faz um copy/paste sem autorização, não é a atitude correcta e acho que muitas pessoas precisam de colocar isso na cabeça!

A Proliferação Do Pseudo-Profissionalismo Na Internet

Chama-se “pseudo-profissionais” a todas as pessoas que afirmam que são profissionais, mas na realidade não o são. Atualmente na Internet assistimos à sua proliferação e parece que já não há quem hesite em reclamar para si o estatuto de “profissional” mesmo que não o mereça…

Eu costumo dizer que a Internet tem destas coisas, ela oferece um certo anonimato e permite aos “chico-espertos” disfarçarem um pouco quem são e enganarem os mais crédulos. E está mais do que provado que quando o “pseudo-profissionalismo” se alia ao “chico-espertismo” então está tudo estragado!

O que se passa hoje em dia na Internet e que por vezes me irrita, são pessoas que reclamam estatutos que não são seus, são os “pseudo-webmasters”, os “pseudo-webdesigners”, os “pseudo-programadores” e por aí fora. Ou seja, à partida parece que todos possuem capacidade e “skills” para realizarem um trabalho de qualidade, mas depois quando são colocados à prova percebe-se claramente que afinal “pseudo” é a palavra que melhor os descreve.

Vamos por partes, ninguém se pode auto-intitular de profissional do que quer que seja sem cumprir os seguintes requisitos mínimos:

  • 1º- Formação na área;
  • 2º- Experiência nessa área;
  • 3º- Trabalho feito e alguma reputação.

Sem cumprirmos pelo menos este requisitos mínimos que mencionei, não vale a pena andarmos a brincar aos profissionais, pois apenas prejudicamos a nossa imagem e insistimos em viver num mundo de ilusões.

Nos dias que correm existem muitos indivíduos a oferecer serviços, a criar as tais pseudo-empresas, mesmo sem qualquer experiência e até sem o mínimo de formação. “Epá” tudo bem, eu sei que existem autodidatas e que a formação convencional pode não ser um requisito obrigatório, mas sem experiência ou provas sérias de que se tem mesmo capacidade, não se pode andar por aí a trautear todo feliz: “Eu sou um profissional!

O mercado é prejudicado sempre que alguém oferece os seus serviços numa determinada área e eles são medíocres. Um “gajo” até pode dizer que: “só compra quem quer” mas infelizmente as coisas não funcionam sempre assim e existem pessoas que procuram profissionais e não conhecem bem o mercado.

Primeiro peço que não reclamem títulos que não são seus, não tentem divulgar a ideia de que são profissionais em determinada área quando são meros curiosos ou amadores. Depois fica aqui o meu alerta: “Não requisitem os serviços de qualquer um, sejam exigentes, caso sejam novatos nestas coisas da Internet procurem o auxilio de alguém com mais experiência!

Já aqui me pronunciei acerca dos aproveitadores que procuram explorar os mais inocentes. Quem visita o meu blogue sabe que eu sou a favor da transparência e honestidade e como tal não podia deixar de me pronunciar acerca desta proliferação de pessoas que se aproveitam do anonimato que Internet proporciona, para se fazerem passar por profissionais e ganharem dinheiro “à pala” disso.

Ganhe Facilmente 5000 EUR Em Duas Horas

O título deste artigo é o que vulgarmente se chama de “publicidade enganosa”, primeiro porque eu não vou apresentar nenhum sistema revolucionário para fazer dinheiro e segundo porque para qualquer indivíduo comum ganhar 5000 EUR em apenas duas horas é necessária uma sorte desgraçada ou um acto criminoso.

Actualmente tenho assistido – tal como todos vocês – ao aparecimento do fenómeno “Ganhe Dinheiro Fácil Na Internet”. Não é que ele seja novidade, o mundo empresarial está cheio de pessoas e empresas que promovem este tipo de esquemas, muitas delas ainda se encontram no activo e outras simplesmente realizaram um “David Copperfield”, que é como quem diz, desapareceram.

Vigaristas, aproveitadores sempre existiram na nossa sociedade. Podemos chamá-los dos “eternos cábulas” pois são aqueles que desde miúdos nunca conseguiram ultrapassar obstáculos sem a ajuda da clássica batota. A Internet é um mundo a ser explorado e para muitas pessoas um mundo desconhecido, o que faz com que existam nele presas fáceis.

Se existe uma forma de ganhar algum dinheiro fácil online? Se estiverem dispostos a vigarizar outras pessoas talvez exista, se estiverem dispostos a comportarem-se como simples aldrabões é claro que existe.

A vontade de ganhar dinheiro misturada com desespero e um pouco de ganância chegaram a um ponto em que as pessoas têm até dificuldade em raciocinar. Os esquemas são na sua essência os mesmos, muda o visual, altera-se um pouco o método mas o funcionamento é igual para todos, eles vivem seguindo a máxima: “Queres ganhar dinheiro? Faz como eu, vigariza!” é por estas e por outras razões que a sociedade passa por uma terrível crise financeira.

Mas existe uma fórmula para ganhar dinheiro que é simples e conhecida por todos, chama-se trabalhar. Em suma podemos escolher dois lados, ou somos vigaristas e aproveitadores que estão dispostos a enganar outros para fazer dinheiro, ou trabalhamos de forma honesta e contribuímos activamente para uma web melhor.

E se alguém leu este artigo e ainda procura por métodos ou esquemas para “Ganhar Facilmente 5000 EUR Em Duas Horas!”, com todo o devido respeito, só pode ser uma pessoa louca.

O Caminho Para O Sucesso

Depois de alguma pesquisa e reuniões que tenho realizado com membros do projecto em que estou inserido, cheguei a conclusões que no fundo são óbvias, mas que muitas vezes são descartadas por gestores de projectos na web.

Chama-se “O Caminho Para O Sucesso”, uma frase que acompanha gestores de projectos online e offline por todo o mundo. Mas o que é o sucesso de um projecto? Demorei cerca de um mês a escrever este texto, pois apenas escrevi nos dias em que tinha tempo livre, mas através dele vou abordar alguns pontos que considero importantes, sem entrar em grandes detalhes ou explicações técnicas, prefiro uma abordagem simplista e acessível a todos.

1º- Não há um caminho definido para o sucesso!

É certo que existem mecanismos e conhecimentos que nos podem ajudar para que determinado projecto tenha sucesso, mas a verdade é que não existe uma fórmula mágica. O que foi feito há 2 anos atrás, hoje já não resulta, aliás o ritmo acaba por ser tão elevado que numa questão de meses os gestores de projectos são obrigados a mudar de direcção e escolher caminhos diferentes. É um exercício de constante adaptação ao mundo e mercado onde o projecto se insere e não é um caminho nada fácil.

2º- O dinheiro fácil!

A busca pelo dinheiro fácil é outra característica que serve muito bem para definir o mundo virtual. São esquemas, pessoas que oferecem mundos e fundos, a oportunidade de ganhar milhares de euros, tudo à distância de um clique. Os mais novos e ingénuos que tenham cuidado, há muito charlatão por aí, pessoas que conhecem bem o mercado e que se aproveitam das vulnerabilidades dos mais novatos.

3º- A busca pela qualidade!

São muitos os projectos que reclamam qualidade, até já se tornou uma moda a repetição desta palavra na Internet.

  • Eu tenho um blogue com informação de qualidade
  • Eu ofereço serviços de qualidade
  • Eu vendo produtos de qualidade

Estas são algumas das frases que estão na moda. Hoje mais do que nunca reclama-se a qualidade como se fosse algo banal, como se todos os projectos fossem efectivamente de qualidade. É um erro, até porque eu sou a última pessoa competente para afirmar se o “meu” projecto tem ou não qualidade. Quanto mais não seja, a busca por essa mesma qualidade é que pode ser reclamada. Nós não somos os melhores, nós tentamos melhorar a cada dia que passa. Sempre que qualquer pessoa inicia um projecto online, ela deve estar preparada para analisar, questionar, aprender um pouco todos os dias, pois só assim é possível melhorar.

4º- O Planeamento!

Um projecto sem planeamento é um projecto condenado à partida. O planeamento é a base para um trabalho sustentado. Quando ele não existe, acabamos por andar à deriva e mais rapidamente somos destruidores do que gestores de projectos. E se muitos julgam que são necessários grandes conhecimentos técnicos para planear, estão enganados. O planeamento de um projecto pode ser realizado de uma forma complexa é verdade, mas também pode ser muito simples. Determinar objectivos, dividir tarefas, realizar reuniões, um pouco de brainstorming, não é assim tão complicado.

5º- O conteúdo!

É sem dúvida importante, é ele que dá personalidade a um projecto. Mas não me refiro ao conteúdo apenas pelo conteúdo, refiro-me à abordagem a determinado conteúdo, essa sim é determinante e fundamental para a evolução e crescimento de um projecto. A originalidade, ou caso ela não exista, a abordagem original ao tema é muito importante! É com o conteúdo que acrescentamos valor ao nosso projecto, que podemos aos poucos criar uma reputação. Este é um ponto fulcral.

6º- Os leitores são o mais importante!

Não há nada melhor do que um grupo de leitores fiéis que aderiram aos nossos serviços ou produtos. São eles que dão sentido ao nosso trabalho e como tal são os mais importantes. Voltamos à velha história do “Cliente Tem Sempre Razão” e talvez ele não tenha sempre, mas na maior parte das vezes certamente que tem. Devemos ser fiéis aos nossos leitores tal como eles nos são a nós, essa troca de lealdade é benéfica no sentido em que faz com que os clientes/utilizadores/leitores nos respeitem. Porque no fundo eles serão os responsáveis pela divulgação da nossa reputação e no mundo dos negócios uma boa reputação é essencial.

7º- Tem gosto pelo teu projecto!

Vais começar um projecto online? Considera-te um felizardo, tens a hipótese de criar o teu próprio projecto, algo que há uns anos atrás era bem mais difícil. Hoje qualquer pessoa pode iniciar um projecto, e no universo online eles nascem e morrem todos os dias aos milhões. Não só podes criar um projecto, como te podes dar ao luxo de escolheres algo de que gostes! É ou não é fantástico?

Este pode parecer o ponto mais ridículo da abordagem. A utopia de fazermos o que gostamos é irritante, é falaciosa! Uma parte é verdade, pois na vida não podemos fazer sempre aquilo de que gostamos. Mas o que fazer quando temos uma escolha? Só faz sentido escolhermos algo de que gostamos a sério. De outra forma para quê iniciar um projecto online? Se não temos gosto perdemos a motivação e se não temos motivação o projecto acaba por ser entregue ao abandono.

8º- Adquire Conhecimentos!

Nem todas as pessoas têm capacidade para gerirem o que quer que seja. Existem inúmeros projectos que até prometem mas que possuem gestores que não fazem ideia do que estão a fazer. É verdade que conhecimentos técnicos são uma ajuda preciosa, mas a multiplicidade de conhecimentos em diferentes áreas é ainda mais.

9º- O eterno insatisfeito!

Um bom gestor é o eterno insatisfeito. Ele busca a perfeição tendo plena consciência que nunca a vai atingir, mas é isso que o torna num excelente gestor. Na World Wide Web o ritmo é intenso, ou o acompanhamos, ou somos colocados de parte. É por isso que a insatisfação pode ser uma arma vantajosa, ela motiva a pesquisa, incentiva a busca pela qualidade que já foi referida. A frase de ordem é:

  • - Há sempre algo que se pode fazer melhor!

Quando deixarmos de acreditar nisso, mais vale “arrumarmos as botas”, porque não estamos definitivamente preparados para a “corrida”.

10º- O sucesso é subjectivo!

Cada um tem a sua definição de sucesso, para alguns ele mede-se de acordo com o dinheiro que ganham, para outros trata-se de verem o seu trabalho reconhecido. É importante que não deixemos a vontade de sermos bem sucedidos afectar negativamente o nosso trabalho. É claro que como gestores, o reconhecimento do projecto para o qual trabalhamos é sempre bom, mas é igualmente importante que todos compreendam que existem muitos bons trabalhos que passam despercebidos e não é por isso que deixam de ser bons. Para mim um projecto de sucesso é um projecto bem organizado, com elementos que gostam do que fazem e dão o seu melhor, sendo certo que quanto mais não seja, estes são factores que podem contribuir para um futuro promissor.